domingo, 2 de dezembro de 2007

REFLEXÃO

As vezes eu tenho vontade de ir embora.
Só não sei o lugar.
Tenho vontade de ir embora!!!
Aonde o sol seja intenso...
A chuva quente.
O mar calmo.
O vento? Oscilante!!!
Eu tenho vontade de ir embora.
Em bora comigo mesma.
Ficar sem ninguém!
Não! Não...
Ficar sem alguém.
As vezes eu tenho vontade de ir embora.
Mas não vou, cá estou!
Porquê?
Por que tenho amor.
Odeio o amor!!!
Eu amo o amor.
O amor não me deixa ir embora.
Tenho vontade de ir embora.
Vontade do silêncio, que fala muito mais do que todo esse barulho...
Mas o silêncio não existe.
Apenas o barulho diminui...
O barulho modifica-se.
O barulho vira música.
E música não é barulho?
Não!
E música é silêncio?
Também não...
As vezes tenho vontade de ir embora...
Não de fugir!!!
Ir embora.
Ir... ir... ir embora.
E quando lá chegar não lembrar.
Não saudades ficar.
As vezes tenho vontade de ir embora...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

CHE GUEVARA PASSA DE HERÓI IDEALISTA A SANGUINÁRIO APÓS REPORTAGEM PUBLICADA PELA VEJA

A edição semanal de nº2028 da revista VEJA relata que toda a história heróica do argentino Ernesto Guevara Lynch de la serna, famoso Che Guevara, não passa de uma farsa. O Homem conhecido pela sua coragem e garra em uma verdadeira luta, que movimentou toda uma massa contra a desigualdade social, a favor da libertação de influencias exteriores, valorização do país e melhorias nos setores políticos, em prol de um mundo mais justo no qual acreditava friamente, para a VEJA ele não passou de um guerrilheiro fracassado, maltrapilho, sujo e metido que teve sua história construída sobre mitos de um país que necessitava de piedade. Segundo a revista o fuzilamento de Che foi a alavanca para a estabilização do regime socialista cubano, chamando a atenção do mundo para um jovem que morrera em nome de um ideal, assim conseguindo fortalecer seu companheiro Fidel Castro. “... a morte prematura, que eternizou sua imagem jovem,... a semelhança com as pinturas barrocas de cristo e sua beleza física aproximando-o de um galã... foram os fatores que ajudaram a consolidar o mito” afirma a VEJA. A reportagem gerou polêmica, se realmente houve farsa, porque somente agora após 40 anos da morte de Che os fatos foram revelados?e com qual intuito? São as perguntas que não querem calar.

Pinatti Braga

OFENSIVA CONTRA PIRATARIA LEVAL LAW KIN CHONG DE VOLTA Á CADEIA

Na ultima terça – feira 13/11/07 teve início a ofensiva da Prefeitura de São Paulo contra Law Kin Chong acusado de chefiar o maior esquema de contrabando e comércio de produtos pirateados na capital paulista. O empresário chinês teve sua primeira ordem de prisão em 2004 por tentativa de suborno à autoridades para safar seu nome do relatório final da CPI da pirataria. Condenado a cumprir pena de 4 anos, após 3 anos e 14 dias de pena, em junho desse ano, Law recebeu o direito ao regime aberto.Cinco meses após sua saída da cadeia Law foi detido em flagrante, em sua própria residência no bairro do Morumbi, pela Polícia Federal de São Paulo e levado para a custódia da Superintendência da PF, na lapa, aonde ficou detido. Isso tudo apenas algumas horas depois da apreensão de mercadorias em inspeção realizada na obra de seu mais novo empreendimento no centro da cidade, o Shopping popular Pari, com mais de 1.300 “lojinhas” de puro comércio ilegal, o prédio foi interditado. Além das mercadorias também foram apreendidos documentos com indícios de lavagem na própria residência do empresário.O prefeito Gilberto Kassab acompanhou a operação e diante das câmeras discursou sobre o fato, falou em nome da cidade que representa, afirmando que o empresário não é bem vindo em território nacional e sim pessoas que paguem seus impostos e trabalhem sério, afirmou ainda de o empresário não passa de um bandido como todos os outros e que permanecendo no país ele não terá outra opção a não ser freqüentar a cadeia. A ação do prefeito foi muito elogiada por alguns e também mal vista por muitos, para os especialistas em marketing político o discurso do Kassab não passou de um ótimo conteúdo para o horário político, uma boa oportunidade para um candidato à reeleição, mesmo que sem planejamento da ocasião. “O prefeito teve sorte” afirma o especialista Chico Santa Rita em entrevista ao jornal Estado de São Paulo.

Pinatti Braga